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O que é Catarata? Causas, sintomas e tratamentos.

A catarata é uma condição ocular que afeta milhões de pessoas no mundo todo, sendo uma das principais causas de cegueira reversível. A condição ocorre quando o cristalino – a lente natural do olho – se torna opaco, causando embaçamento da visão. Geralmente, ela se desenvolve de forma lenta e é mais comum em pessoas com idade avançada, embora também possa afetar indivíduos mais jovens.

Neste artigo, vamos explorar o que é a catarata, suas causas, principais sintomas e os tratamentos disponíveis.

O que é a catarata?

O olho possui uma lente natural, chamada de cristalino, que ajuda a focar a luz e as imagens na retina para criar uma visão nítida. Quando somos jovens, o cristalino é transparente, mas com o passar dos anos ele pode tornar-se opaco, dificultando a passagem da luz e prejudicando a visão.

Quais as causas?

Existem várias causas para o desenvolvimento da catarata, sendo o envelhecimento a principal delas. No entanto, outros fatores e condições podem contribuir para o surgimento da catarata em qualquer fase da vida. Veja alguns dos principais fatores de risco:

  • Envelhecimento: a idade avançada é o fator de risco mais comum. Com o tempo, o cristalino passa por mudanças que aumentam a probabilidade de opacidade;
  • Exposição ao sol (raios UV): a exposição excessiva aos raios ultravioleta (UV) do sol pode acelerar o desenvolvimento de catarata. Por isso, o uso de óculos de sol com proteção UV é recomendado;
  • Doenças sistêmicas: pessoas com diabetes, por exemplo, têm maior risco de desenvolver a doença. A condição é chamada de catarata diabética e pode evoluir de forma mais rápida em pessoas diabéticas;
  • Uso de corticosteroides: o uso prolongado de medicamentos à base de corticosteroides, especialmente em doses elevadas, pode causar ou acelerar o aparecimento de catarata;
  • Fatores genéticos e histórico familiar: a presença de catarata em familiares pode indicar uma predisposição genética, aumentando o risco de outras pessoas da mesma família desenvolverem a condição;
  • Traumas oculares: acidentes ou lesões que danificam o cristalino podem levar ao desenvolvimento precoce de catarata;
  • Tabagismo e consumo excessivo de álcool: esses hábitos prejudicam a saúde ocular e aumentam o risco de desenvolvimento de catarata, pois aceleram o processo de envelhecimento dos tecidos oculares;
  • Causas congênitas: alguns bebês nascem com catarata, geralmente devido a infecções ou doenças que ocorrem durante a gestação, como rubéola, toxoplasmose e sífilis.

Sintomas

A catarata costuma se desenvolver de forma lenta e indolor, o que faz com que muitos pacientes só notem os sintomas quando a visão já está significativamente comprometida. Veja alguns dos sintomas mais comuns:

  • Visão embaçada ou turva: o principal sintoma da catarata é a perda progressiva da nitidez da visão, que pode se tornar embaçada e opaca;
  • Sensibilidade à luz: pacientes com catarata podem perceber um aumento na sensibilidade à luz, especialmente a solar ou aos faróis de veículos à noite;
  • Dificuldade para enxergar à noite: a catarata torna a visão noturna mais desafiadora, dificultando atividades como dirigir; 
  • Perda de intensidade nas cores: as cores podem parecer desbotadas ou amareladas, dificultando a distinção entre tonalidades;
  • Aparecimento de halos: em algumas situações, o paciente pode perceber halos ao redor de luzes, especialmente em ambientes com pouca iluminação;
  • Troca frequente de óculos: pessoas com catarata podem precisar mudar o grau dos óculos frequentemente, sem perceber melhora na visão.

Esses sintomas podem variar em intensidade, e nem todos se manifestam ao mesmo tempo. É comum que a pessoa perceba a piora na visão em apenas um olho ou que os sintomas sejam mais pronunciados em um olho do que no outro.

Diagnóstico da catarata

O diagnóstico de catarata é realizado por um oftalmologista por meio de um exame de vista completo, que inclui:

  • Exame de acuidade visual: avalia a nitidez da visão a diferentes distâncias;
  • Biomicroscopia: utiliza uma lâmpada de fenda (um tipo de microscópio) para examinar detalhadamente o cristalino e verificar a presença de opacidade;
  • Exame de fundo de olho: permite avaliar o estado da retina e a saúde geral do olho, identificando se outras condições estão afetando a visão.

Quais os tratamentos?

A catarata não pode ser tratada com colírios ou medicamentos, pois a opacidade do cristalino é um processo físico que só pode ser revertido por meio de cirurgia. Veja os principais tipos de tratamentos cirúrgicos disponíveis:

1. Cirurgia de Facoemulsificação

A facoemulsificação é o método mais comum e avançado para a remoção da catarata. O procedimento é minimamente invasivo e utiliza ondas de ultrassom para fragmentar o cristalino opaco, permitindo sua remoção. Em seguida, o cirurgião o substitui por uma lente intraocular (LIO), que devolve ao paciente uma visão clara. O mesmo é feito em regime ambulatorial, geralmente sem necessidade de internação, e a recuperação é rápida.

2. Cirurgia com Laser de Femtosegundo

Esse procedimento utiliza um laser de alta precisão para realizar parte das etapas da cirurgia de catarata, como a incisão na córnea e a fragmentação do cristalino. O uso do mesmo reduz o risco de complicações e melhora a precisão do procedimento. Em seguida, a lente opaca é removida e substituída por uma lente intraocular.

3. Lentes Intraoculares (LIO)

Durante a cirurgia, o cristalino opaco é substituído por uma lente intraocular. Existem diferentes tipos de LIOs, incluindo as lentes monofocais, que corrigem a visão para uma única distância, e as multifocais ou trifocais, que permitem a correção da visão para múltiplas distâncias. O tipo de lente a ser utilizado será definido junto ao oftalmologista, considerando as necessidades e o estilo de vida do paciente.

Conte com a nossa experiência!

A catarata é uma condição que pode impactar significativamente a qualidade de vida, mas, felizmente, é reversível por meio de um procedimento cirúrgico seguro e eficaz. Consultar um oftalmologista regularmente é essencial para o diagnóstico precoce e para garantir o tratamento adequado.
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