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Conjuntivite no verão: por que ela é mais comum?

A conjuntivite é uma inflamação da conjuntiva, a membrana fina e transparente que reveste a parte branca dos olhos e o interior das pálpebras. Embora possa ocorrer em qualquer época do ano, é durante o verão que os casos aumentam significativamente. 

Calor, aglomerações, maior contato com água e ambientes compartilhados são alguns dos fatores que explicam esse crescimento. Mas por que exatamente isso acontece? E como se proteger? 

Neste artigo, você vai entender as razões por trás da maior incidência da conjuntivite no verão e o que fazer para manter seus olhos saudáveis durante a estação mais quente do ano.

Por que a conjuntivite é mais comum no verão?

1. Maior proliferação de vírus e bactérias

O calor favorece a multiplicação de microorganismos. Isso significa que agentes infecciosos, como adenovírus (muito frequentes nos surtos de conjuntivite viral), encontram condições ideais para se espalhar com facilidade. Ambientes úmidos e quentes, típicos da estação, aumentam essa proliferação, deixando as pessoas mais suscetíveis a contrair a doença.

Além disso, o contato com superfícies compartilhadas — banheiros públicos, cadeiras de praia, academias, transporte coletivo, clubes — aumenta a exposição a vírus e bactérias.

2. Piscinas, mar e rios: água nem sempre tão limpa.

A água contaminada é uma das formas mais comuns de transmissão da conjuntivite no verão.

  • Piscinas: o cloro inadequado pode não eliminar microorganismos com eficácia, permitindo a sobrevivência de vírus e bactérias. Em alguns casos, níveis muito altos de cloro irritam os olhos, deixando-os mais vulneráveis.
  • Mar e rios: embora a água salgada tenha propriedades antissépticas, as praias ficam lotadas, e o contato das mãos, toalhas e objetos com os olhos aumenta o risco. Já rios e represas podem conter contaminantes e sujeira.

Ficar muito tempo submerso também resseca a camada de proteção dos olhos, diminuindo a produção de lágrimas e facilitando irritações.

3. Aumento da exposição solar

Os raios ultravioleta (UV) podem irritar a superfície ocular, causando inflamação e reduzindo a resistência natural dos olhos. Quando a superfície está fragilizada, ela se torna mais suscetível a infecções. O uso de óculos sem proteção UV, muito comuns em férias e viagens, também contribui para o problema.

4. Ambiente seco e ar-condicionado

Durante o verão, muitas pessoas passam horas em ambientes fechados com ar-condicionado, no carro, no trabalho, em lojas e em hotéis. O ar refrigerado diminui a umidade, ressecando os olhos e enfraquecendo a película lacrimal, responsável por proteger contra agentes externos.

Sem essa barreira natural, vírus e bactérias têm mais facilidade para se instalar.

5. Aumento das aglomerações

Clubes, festas, parques aquáticos, praias lotadas, viagens em grupo e maior circulação de pessoas criam ambientes propícios para a disseminação da conjuntivite, especialmente a de origem viral. Um simples toque em uma superfície contaminada e depois nos olhos pode ser suficiente para contrair a infecção.

Tipos mais comuns de conjuntivite no verão

1. Conjuntivite viral

É a mais frequente na estação. Costuma ser altamente contagiosa e se espalha rapidamente. Seus sintomas incluem:

  • olho vermelho;
  • lacrimejamento intenso;
  • sensação de areia;
  • secreção aquosa;
  • sensibilidade à luz.

Em muitos casos, a conjuntivite viral pode afetar os dois olhos e durar de 1 a 3 semanas.

2. Conjuntivite bacteriana

Menos comum que a viral no verão, mas ainda importante. Pode ser associada ao contato com água contaminada ou mãos sujas. Sinais característicos:

  • secreção amarelada ou esverdeada;
  • pálpebras grudadas ao acordar;
  • dor leve;
  • um olho afetado inicialmente.

3. Conjuntivite alérgica

Aumenta no verão devido a:

  • pólen;
  • poeira;
  • vento;
  • protetores solares;
  • exposição à água com cloro.

Os sintomas geralmente incluem coceira intensa, olhos inchados e secreção transparente.

Como se proteger da conjuntivite no verão?

1. Evite coçar os olhos

Mãos sujas são as principais responsáveis pela transmissão da conjuntivite. Mesmo olhos irritados pela exposição ao sol ou ao cloro não devem ser coçados. O ideal é lavar as mãos, piscar com frequência ou enxaguar os olhos com água filtrada ou soro fisiológico.

2. Use óculos de sol com proteção UV

Além de prevenir irritação, ajudam a reduzir a exposição ao vento, poeira e partículas que podem entrar nos olhos. Sempre escolha modelos certificados, com proteção UVA e UVB.

3. Proteja os olhos ao nadar

O uso de óculos de natação reduz o contato dos olhos com água contaminada e cloro, além de evitar irritação.

4. Evite compartilhar objetos pessoais

Toalhas, maquiagens, travesseiros, óculos e até protetores faciais podem transmitir conjuntivite. No verão, quando as pessoas costumam dividir itens durante viagens e passeios, o risco aumenta.

5. Higienize as mãos com frequência

Lave sempre com água e sabão ou use álcool 70%. Esse hábito é fundamental especialmente após:

  • usar transporte público;
  • manusear dinheiro;
  • entrar e sair do mar ou piscina;
  • passar protetor solar.

6. Evite ambientes muito cheios

Especialmente se houver relatos de surtos de conjuntivite na região. A doença é extremamente contagiosa e se espalha por gotículas, secreções e superfícies contaminadas.

7. Lubrifique os olhos

O ar-condicionado e o calor provocam ressecamento ocular. Usar lágrimas artificiais pode ajudar a manter o conforto e fortalecer a camada protetora.

Quando procurar um oftalmologista?

Embora a conjuntivite geralmente seja benigna, alguns sinais indicam a necessidade de consulta imediata:

  • dor intensa nos olhos;
  • visão embaçada persistente;
  • sensibilidade à luz muito forte;
  • secreção abundante ou pus;
  • sintomas que duram mais de 7 dias;
  • piora progressiva;
  • histórico de doenças oculares prévias.

Nunca use colírios por conta própria, especialmente aqueles que contêm corticoides. Eles podem piorar infecções, causar efeitos colaterais graves e até elevar a pressão ocular.

A conjuntivite é mais comum no verão porque o calor, a alta circulação de pessoas e o contato frequente com água criam o ambiente ideal para a proliferação de vírus e bactérias. Apesar disso, pequenas medidas de higiene e prevenção podem reduzir muito o risco de contrair a doença.

Manter a proteção dos olhos, evitar coçar, lavar as mãos e usar óculos apropriados são atitudes simples que ajudam a preservar a saúde ocular durante a estação mais quente do ano. E, diante de sintomas persistentes, o oftalmologista é o melhor aliado para um diagnóstico preciso e um tratamento seguro.

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